2026-04-15 · atualizado em 2026-04-26
NR-1: prazo 26/05/2026 — o que sua empresa precisa fazer
A Portaria MTE 765/2025 atualizou a NR-1 e fixou 2026-05-26 como prazo final para que toda empresa brasileira inclua riscos psicossociais no PGR.
O que muda na NR-1 a partir de 26/05/2026
A grande mudança é a inclusão explícita dos riscos psicossociais no escopo do GRO e do PGR. A partir do prazo, sua empresa precisa:
- Inventariar 11 fatores psicossociais por setor e vínculo
- Estabelecer plano de ação com prazos e responsáveis
- Manter trilha auditável do tratamento
- Garantir participação dos trabalhadores (item 1.5.3.3)
- Atualizar o PGR e os ASOs quando aplicável
Cronograma realista (12 meses para zero)
- Mês 1-2: diagnóstico inicial, mapeamento de stakeholders.
- Mês 3-4: implantação de canal anônimo (cumpre Lei 14.457).
- Mês 5-7: inventário psicossocial + matriz de severidade.
- Mês 8-9: plano de ação, comunicação interna, treinamento.
- Mês 10-11: integração ao PGR, validação SESMT, simulado.
- Mês 12: revisão final, assinatura digital, arquivamento.
Checklist mínimo
- Política de prevenção a assédio publicada
- Canal anônimo by design (sem coleta de IP)
- Inventário de 11 fatores psicossociais
- Matriz de severidade (probabilidade × impacto)
- Plano de ação assinado por SESMT/RH
- Treinamento de gestores com evidência
- Trilha de auditoria imutável
- Relatório PGR-ready em PDF/CSV/JSON
Riscos de não cumprir o prazo
Além das multas administrativas, expõe a empresa a passivos individuais por adoecimento ocupacional psicossocial. Há também impacto em ESG e exclusão de licitações.
Como o Ethos acelera a adequação
Ethos automatiza canal anônimo (Lei 14.457) e inventário NR-1 em uma plataforma, com IA classificando relatos. Onboarding em < 24h.
Perguntas frequentes
Qual o prazo final da NR-1?
A NR-1 atualizada entra em vigor em 2026-05-26.
Houve prorrogação do prazo da NR-1?
Até a presente data não há prorrogação. Empresas não conformes ficam sujeitas a autuação pelo MTE.
Qual a multa por descumprimento da NR-1?
Os valores variam conforme grau de risco e porte da empresa, podendo chegar a milhares de reais por trabalhador exposto.